A noite umida de ventania,duas crianças vestidas de abóbora atravessavam a praça bamboleando,e as vitrines das lojas cobertas de aranhas de papel,todos os adornos baratos e Kitsch dos trouxas simbolizando um mundo em que eles não acreditavam.. e ele seguia deslizando,aquele senso de propósito e poder de correção fracas que ele... mas triunfo,sim...esperara por isso,desejara isso...
_bonita fantasia moço!
Ele viu o sorriso do menino vacilar quando se aproximou o suficiente para espiar sob o capuz da capa, viu o medo anuviar o rostinho pintado:então a crinça deu meia-volta e fugiu correndo... por baixo da veste, ele acariciou o punho da varinha... um simples movimento e a criança jamais chegaria a mãe... mas desnecessário,muito desnecessário...
E, ao longo de uma rua escura, ele caminhou, e agora seu destino estava finalmente à vista, o feitiço Fidelius desfeito, embora os moradores ainda não soubessem... ele fez menos ruído do que as folhas mortas que esvoaçavam pela calçada quando s emparelhou com a sebe escura e espiou por cima...
Eles não tinham fechado as cortinas, viu-os claramente na pequena sala de visitas, o homem alto de cabelos negros e pijama azul. A criança ria e tentava pegar a fumaça, segura-la em sua mãozinha fechada.
Uma porta abriu e a mae entrou,dizendo palavras que ele nao pode ouvir,seus longos cabelos acaju caindo pelo rosto.O pai ergueu o filho do chao e entregou-o a mae.Atirou a varinha sob a capa e apontou-a para a porta que se abriu com violencia.
Já cruzara a porta quando Tiago chegou correndo ao hall.Foi facil ,facil demais,ele nem chegara a apanhar a varinha...
__Lilian,pegue Harry e vá!Vá!Corra!Eu o atraso...
Detê-lo,sem uma varinha na mão!...Ele riu antes de lançar a maldição...
__Avada Kedavra!
O clarão verde iluminou o hall apertado,iluminou o carrinho do bebe encostado à parede,fez os balaustres da escada lampejarem como raios e Tiago Potter caiu como uma marionete cujos os cordoes tivessem sidos cortados...
Ele ouviu a mulher gritar no primeiro andar,encurralada,mas,enquanto tivesse bom censo,ela,pelo menos,nada teria a temer...Ela subiu a escada,achando graça nos esforços que ela fazia para se entrincheirar no...Ela tambem nao tinha varinha...Como eram idiotas e confiantes em jugar que a sua segurança eram os amigos,que as armas poderiam ser postas de lado mesmo por instantes...
Ele arrombou a porta,atirou para o lado a cadeira e as caixas apressadamente empilhadas para defendê-la com um displicente aceno da varinha...E ali estava ela,a criança nos braços.Ao vê-lo,Lilian largou o filho no berço as suas costas e abriu bem os braços,como se isso pudesse adiantar,como se ocultando-o esperasse ser escolhida como alvo...
__O Harry nao,o Harry nao,por favor,o Harry nao!
__Afaste-se,sua tola...Afaste-se,agora...
__Harry nao,por favor,nao,me leve,me mate no lugar dele...
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